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Ed. Física, 05.10.2020 20:14 alexandre704

6) Numa PG temos a‚ĀĶ = 64 e a¬Ļ
= 4. Determine a raz√£o:‚Äč

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Outra pergunta: Ed. Física

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Ed. Física, 15.08.2019 01:28
N√£o somos t√£o especiais ‚Äútodas as caracter√≠sticas tidas como exclusivas dos humanos s√£o compartilhadas por outros animais, ainda que em menor grau. intelig√™ncia a ideia de que somos animais racionais tem sido destru√≠da desde os anos 40. a maioria das aves e mam√≠feros tem algum tipo de racioc√≠nio. amor o amor, tido como o mais elevado dos sentimentos, √© parecido em v√°rias esp√©cies, como os corvos, que tamb√©m criam la√ßos duradouros, se preocupam com o ente querido e ficam de luto depois de sua morte. consci√™ncia chimpanz√©s se reconhecem no espelho. orangotangos observam e enganam humanos distra√≠dos. sinais de que sabem quem s√£o e se distinguem dos outros. ou seja, s√£o conscientes. cultura o primatologista frans de waal juntou v√°rios exemplos de cet√°ceos e primatas que s√£o capazes de aprender novos h√°bitos e de transmiti-los para as gera√ß√Ķes seguintes. o que √© cultura sen√£o isso? ‚ÄĚ fonte: burgierman, d. superinteressante, n¬ļ 190, jul. 2003. i - a tese do autor √© de que n√£o h√° diferen√ßas entre o homem e o macaco. ii - o autor vale-se do argumento de autoridade para defender seu ponto de vista. iii - a fotografia tem papel na sustenta√ß√£o da tese, pois atua como um argumento com base no real. √© correto o que se afirma em: a. i, ii e iii. b. ii e iii. c. i e iii. d. i e ii. e. ii, apenas.
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question
Ed. Física, 15.08.2019 01:25
Usti√ßa ou vingan√ßa? maria rita kehl ‚Äúsou obrigada a concordar com friedrich nietzsche: na origem da demanda por justi√ßa est√° o desejo de vingan√ßa. nem por isso as duas coisas se equivalem. o que distingue civiliza√ß√£o de barb√°rie √© o empenho em produzir dispositivos que separem um de outro. essa √© uma das quest√Ķes que devemos responder a cada vez que nos indignamos com as consequ√™ncias da tradicional viol√™ncia social em nosso pa√≠s. escrevo ‚Äėtradicional‚Äô sem ironia. o brasil foi o √ļltimo pa√≠s livre no ocidente a abolir a pr√°tica b√°rbara do trabalho escravo. durante tr√™s s√©culos, a elite brasileira capturou, traficou, explorou e torturou africanos e seus descendentes sem causar muito esc√Ęndalo. joaquim nabuco percebeu que a explora√ß√£o do trabalho escravo perverteria a sociedade brasileira ‚Äď a come√ßar pela pr√≥pria elite escravocrata. ele tinha raz√£o. ainda vivemos s√©rias consequ√™ncias desse crime prolongado que s√≥ terminou porque se tornou economicamente invi√°vel. assim como pagamos o pre√ßo, em viol√™ncia social disseminada, pelas duas ditaduras ‚Äď a de vargas e a militar (1964 a 1985) ‚Äď que se extinguiram sem que os crimes de lesa-humanidade praticados por agentes de estado contra civis capturados e indefesos fossem apurados, julgados, punidos. hoje, tr√™s d√©cadas depois de nossa t√≠mida anistia ‚Äėampla, geral e irrestrita‚Äô, temos uma pol√≠cia ainda militarizada, que comete mais crimes contra cidad√£os rendidos e desarmados do que o fez durante a ditadura militar. por que escrevo sobre esse passado supostamente distante ao me incluir no debate sobre a redu√ß√£o da maioridade penal? porque a meu ver, os argumentos em defesa do encarceramento de crian√ßas no mesmo regime dos adultos adv√™m dessa mesma triste ‚Äėtradi√ß√£o‚Äô de viol√™ncia social. √© muito evidente que os que conduzem a defesa da mudan√ßa na legisla√ß√£o est√£o pensando em colocar na cadeia, sob a influ√™ncia e a amea√ßa de bandidos adultos j√° muito bem formados na escola do crime, somente os ‚Äėfilhos dos outros‚Äô. quem acredita que o filho de um deputado, evang√©lico ou n√£o, homof√≥bico ou n√£o, ser√° julgado e encarcerado aos 16 anos por ter queimado um √≠ndio adormecido, espancado prostitutas ou fugido depois de atropelar e matar um ciclista? sabemos, sem mencion√°-lo publicamente, que essa altera√ß√£o na lei visa apenas os filhos dos ‚Äėoutros‚Äô. estes outros s√£o os mesmos, h√° 500 anos. os expulsos da terra e ‚Äėinclu√≠dos‚Äô nas favelas. os submetidos a trabalhos for√ßados. s√£o os encarcerados que furtaram para matar a fome e esperam anos sem julgamento, expostos √† viol√™ncia de criminosos periculosos. s√£o os militantes desaparecidos durante a ditadura militar de 1964-85, que a comiss√£o da verdade n√£o conseguiu localizar porque os agentes da repress√£o se recusaram a revelar seu paradeiro. este √© o brasil que queremos tornar menos violento sem mexer em nada al√©m de reduzir a idade em que as crian√ßas devem ser encarceradas junto de criminosos adultos. algu√©m acredita que a medida h√° de amenizar a viol√™ncia de que somos (todos, sem exce√ß√£o) v√≠timas? as crian√ßas arregimentadas pelo crime s√£o evid√™ncias de nosso fracasso em cuidar, educar, alimentar e oferecer futuro a um grande n√ļmero de brasileiros. esconder nossa vergonha atr√°s das grades n√£o vai resolver o problema. vamos vencer nosso conformismo, nossa baixa estima, nossa vontade de apostar no pior ‚Äď em uma frase, vamos curar nossa depress√£o social. inventemos medidas socioeducativas que funcionem: sabemos que os pres√≠dios s√£o escolas de bandidos. vamos criar dispositivos que criem cidad√£os, mesmo entre os miser√°veis ‚Äď aqueles de quem n√£o se espera nada. ‚ÄĚ fonte: . acesso em 20 jun. 2015 com base na leitura, analise as afirmativas: i - infere-se que, para a autora, a criminalidade tem causa nos problemas sociais e o desejo de vingan√ßa fundamenta a ideia da redu√ß√£o da maioridade penal, que n√£o resolveria o problema da viol√™ncia no brasil. ii - na argumenta√ß√£o, a autora vale-se do apelo √† autoridade e da apresenta√ß√£o de fatos hist√≥ricos. iii - o texto √© um artigo de opini√£o, com estrutura argumentativa. √© correto o que se afirma em: a. i, ii e iii. b. i e ii. c. ii e iii. d. i e iii. e. ii, apenas.
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Ed. Física, 15.08.2019 07:19
Conclus√£o para trabalho sobre esportes coletivos
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Ed. Física, 16.08.2019 06:32
Marque verdadeiro (v) ou falso (f) para as op√ß√Ķes de direitos das crian√ßas no processo cognitivo. () - pensar, compreender e raciocinar. () - imaginar, prestar aten√ß√£o e aprender. () - cantar, entender e conversar. () - explicar, demonstrar e executar alternativas: v - v - v - v. v - f - f - v. v - v - f - f. f - f - v - v. f - f - f - f. c√≥digo da quest√£o: 20266
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