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Português, 23.10.2020 14:40 joaoguio86pdsfze

Figuras de linguagem comparacao de metafora

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Outra pergunta: Português

question
Português, 15.08.2019 04:50
1. leia esta frase. "como você pode pensar isso de mim" a)qual é o principal verbo dessa locução? b) ele tem um objeto direto? qual? c)ele tem um objeto indireto? qual? e) no caderno, escreva frases em que o mesmo verbo apareça como: i. intransitivo ii. transitivo direto iii. transitivo indireto
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question
Português, 15.08.2019 04:46
Uma frase com o sujeito simples mas o predicado verbal e nominal
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question
Português, 15.08.2019 04:06
Desde que se relatos acerca da hist√≥ria humana, o homem procura entender tudo que o cerca, numa √≥tica de busca por um conhecimento ainda maior. o conhecimento acerca de si mesmo. a filosofia procura ilustrar que a necessidade humana de conhecer todas as coisas √© oriunda do fato de que o homem √©, naturalmente, curioso. no entanto, a mesma filosofia √© clarissima em citar que n√£o √© s√≥ a curiosidade uma forte tend√™ncia da natureza humana cita, ela, outra: o desejo pela eternidade. a jun√ß√£o dessas duas caracteristicas: daria, mais tarde, origem a pr√≥pria atitude filos√≥fica e, consequentemente, a pr√≥pria ci√®ncia. entretanto, o h√°bito de a tudo classificar, com o passar do tempo, deixou de ser mera curiosidade, para assumir o posto de classifica√ß√£o do correto, do certo, na vis√£o do interesse social vigente na √©poca. a elei√ß√£o do correto, do que segue o padr√£o, consequentemente, indica o marginal, o que foge do tal padr√£o. em resumo, o que inicialmente era mera curiosidade, passa a ser mola para o nascimento do preconceito e da incompreens√£o sobre o que √© diferente do comumente observado, do que o senso comum acha normal, logo de algo a ser temido, algo a ser n√£o aceito. se era natural do ser humano a tudo procurar conhecer e passar para outras gera√ß√Ķes esta no√ß√£o de conhecimento, atrav√©s de uma classificac√£o. o tempo fez com que estas classifica√ß√Ķes seguissem um padr√£o de normal e anormal - s√≥ sabemos claramente o que √© algo, se a este algo pudermos contrapor outro algo, na m√°xima socr√°tica e plat√īnica da dial√©tica. por√©m, se se classifica algo em normal e anormal, h√° de se imaginar um crivo, um "homem m√©dio". justamente √© nessa no√ß√£o de "homem m√©dio" que reside o problema do preconceito: quanto mais pr√≥ximo do homem m√©dio, mais normal, quanto mais afastado, maior o n√≠vel de marginaliza√ß√£o, dai o preconceito. porque, a classifica√ß√£o do homem m√©dio √© feita pela pr√≥pria sociedade, e a cada ciclo social, e a cada sociedade, surge um interesse, sendo este interesse o forjador do tal "homem m√©dio. logo, o que n√£o interessa ao ciclo social, ou √†quela sociedade, √©, simplesmente algo a ser varrido para baixo do tapete.. na mesma esteira, ou seja, na mesma linha argumentativa, a hist√≥ria humana √© repleta de ciclos de marginaliza√ß√£o social, tantos ciclos quanto classifica√ß√Ķes acerca do normal, tantos ciclos quanto defini√ß√Ķes acerca do que s√£o os homens. um exemplo ilustrativo era a puni√ß√£o infringida a quem n√£o se adequava aos moldes cat√≥licos medievais, ou mesmo as puni√ß√Ķes sociais impostas √†queles sujeitos que, numa cultura capitalista severa, n√£o produzem riqueza ou n√£o a compram, para gerar riqueza, ou mesmo o fetichismo pelos corpos d√≥ceis dos adolescentes, classificando a juventude como genuina e transviada. s√£o estes os exemplos mais cl√°ssicos na cultura ocidental acerca da dos danos de uma classifica√ß√£o entre o normal e o anormal, tendo como base um homem m√©dio de interesse social. algo que, por si s√≥, ilustra o todo aqui proposto. em tom conclusivo, n√£o resta d√ļvida do dano que a classifica√ß√£o entre certo e errado pode causar ao chamado bem viver em sociedade, mesmo levando em considera√ß√£o a natural inclina√ß√£o humana para o julgamento e forma√ß√£o de padr√Ķes. uma solu√ß√£o de grande valia para esta mesma sociedade que julga, √© a educa√ß√£o como mola propulsora da destrui√ß√£o da cren√ßa de que o diferente √© necessariamente o mal, at√© pelo fato, como exposto, de que a vis√£o do que √© diferente ir√° variar de cultura para cultura, de tempos em tempos e segundo os pr√≥prios interesses sociais. sendo assim, a educa√ß√£o nesta seara far√° nascer a m√°xima da aceitac√£o pelo diferente: processo de busca pela equidade, elimina√ß√£o natural da vis√£o taxativa de certo ou errado, que, no fundo, como toda vis√£o radical, somente e portadora de regresso, ignorancia e maldade, vis√£o de favorecimento de alguns em natural desfavor de outro.
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question
Português, 15.08.2019 03:58
Qual o tipo de sujeito, o sujeito, n√ļcleo e predicado da frase "aos 17 anos foi o principal premiado da feira de ci√™ncias"?
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