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Luis Fernando Verissimo Luis Fernando Verissimo √© um dos mais respeitados cronistas brasileiros, autor de best-sellers inesquec√≠veis, como Com√©dias da Vida Privada e Clube dos Anjos, da cole√ß√£o Plenos Pecados. Filho de √Črico Ver√≠ssimo, um dos maiores nomes da literatura nacional, Luis Fernando Verissimo nasceu em Porto Alegre, em 26 de setembro de 1936. Aos 16 anos, foi morar nos EUA, onde aprendeu a tocar saxofone, h√°bito que cultiva at√© hoje ‚Äď tem um grupo, o Jazz 6. √Č jornalista, mas "do tempo em que n√£o precisava de diploma para exercer a profiss√£o". Antes de se dedicar exclusivamente √† literatura, trabalhou como revisor no jornal ga√ļcho Zero Hora, em fins de 1966, e atuou como tradutor, no Rio de Janeiro. Casado h√° mais de 30 anos com L√ļcia Verissimo ("n√£o √© a atriz, n√£o √© a atriz!"), sua primeira "namorada s√©ria", tem tr√™s filhos: Fernanda, Mariana e Pedro.

Qual √© o √ļltimo aposto desse texto? E qual o n√ļcleo?

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Outra pergunta: Português

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Português, 15.08.2019 01:07
Qual a regência nominal de "devoção"? cite exemplos
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Português, 15.08.2019 00:41
Isso √© uma cr√īnica? teoria da conspira√ß√£o: um pequeno passo para a verdade pesquisando por curiosidade, a respeito de um acontecimento, me veio a mente escrever a cr√īnica sobre a corrida espacial (viagem √† lua) que ficou da seguinte maneira: parando para pensar no acontecimento de 20 de julho de 1969, em cabo canaveral, poderiam ser criadas diversas hip√≥teses como: o homem j√° foi mesmo √† lua? eis a quest√£o. existem relatos de que tudo foram cenas gravadas em hollywood n√£o passando de farsa e que tudo teria sido gravado em um deserto dos estados unidos. ser√° mesmo? algumas poss√≠veis provas seriam os fatos das pegadas bem definidas, que s√≥ seria poss√≠vel em areia do deserto, bem molhadas, sendo imposs√≠vel, pois n√£o h√° √°gua na lua. coincid√™ncia n√£o? outro √© o fato de deixarem v√°rias coisas para tr√°s, sendo imposs√≠vel de ver at√© mesmo do melhor telesc√≥pio existente. a explica√ß√£o mais relevante para isso s√£o as seguintes: sobre a marca das botas (pegadas) foi resultado dos gr√£os finos que comp√Ķe o solo lunar assim como as de solos vulc√Ęnicos. voc√™ n√£o pensava que a lua era mesmo feita de queijo n√©? e √© imposs√≠vel ver os restos deixados para tr√°s porque sua dist√Ęncia est√° fora de alcance de qualquer telesc√≥pio existente. mas como dizem, o que os olhos veem o cora√ß√£o n√£o sente. mas ent√£o, se foram mesmo √† lua, porque n√£o voltar l√°? a resposta √© simples, durante a guerra fria houve a corrida espacial em que os estados unidos e a uni√£o sovi√©tica tentaram provar quem √© o mais avan√ßado, mesmo n√£o tendo a menor necessidade, mas esse povo s√≥ pensa em competi√ß√£o. como os sovi√©ticos j√° estavam, ganhando sendo os primeiros a enviar um homem ao espa√ßo (iuri gagarin, mais precisamente na orbita da terra), ent√£o, os estados unidos n√£o poderiam ficar para tr√°s, criando ent√£o uma mentira que enganou todo mundo, sendo o mais prov√°vel, ou apenas feito ‚Äúum pequeno passo"? (achou que eu n√£o tinha senso de humor? ) na minha concep√ß√£o o homem nunca foi, pois antigamente naqueles foguetes n√£o tinha nem metade da tecnologia presente nos aparelhos em nossos bolsos e eles pensando serem muito sofisticado, mas n√£o importa se o homem foi ou n√£o porque n√£o vai fazer diferen√ßa nenhuma, pois, nada poderei fazer como moro em uma cidade de minas gerais chamada coroaci (uma pequena cidade cujo nome significa ‚Äúde frente para o sol". mas para finalizar, a justificativa de: por que o homem nunca voltou √† lua √© simples. n√£o h√° necessidade porque a guerra fria acabou (felizmente), n√£o tem nada para fazer l√° (a n√£o ser comer queijo e depois pegar carona no bal√£o azul) e o investimento √© muito alto mesmo que sejam podres de ricos. at√© que uma esta√ß√£o espacial n√£o seria m√° ideia. ent√£o, a escolha √© sua, acredite em o que quiser, pois quem sabe voc√™ possa mudar o mundo. sempre acredite em seus sonhos e sempre siga em frente, pois algum dia voc√™ chega l√° n√£o.
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Português, 15.08.2019 00:19
Leia o texto ‚Äúdesmatamento da amaz√īnia‚ÄĚ de fernando carraro para responder √† quest√£o 7. o corte de muitas √°rvores, feito de maneira irregular ou ilegal, provoca a diminui√ß√£o das chuvas, diminuindo assim a quantidade de √°gua dos rios, por exemplo. outro problema do desmatamento √© a eros√£o dos solos e o assoreamento dos rios. isso significa que, sem as √°rvores, as margens dos rios f icam desprotegidas. assim, as √°guas das chuvas carregam terra para dentro do rio, diminuindo seu leito.de acordo com o texto, a diminuvoca
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Português, 15.08.2019 00:00
Eu preciso de uma m√ļsica atual que tenha elementos semelhantes ao do poema de gon√ßalves dias: seus olhos. vou colocar o poema abaixo: (obs: √© urgente! ) seus olhos t√£o negros, t√£o belos, t√£o puros, de vivo luzir, estrelas incertas, que as √°guas dormentes do mar v√£o ferir; seus olhos t√£o negros, t√£o belos, t√£o puros, t√™m meiga express√£o, mais doce que a brisa, ‚ÄĒ mais doce que o nauta de noite cantando, ‚ÄĒ mais doce que a frauta quebrando a solid√£o, seus olhos t√£o negros, t√£o belos, t√£o puros, de vivo luzir, s√£o meigos infantes, gentis, engra√ßados brincando a sorrir. s√£o meigos infantes, brincando, saltando em jogo infantil, inquietos, travessos; ‚ÄĒ causando tormento, com beijos nos pagam a dor de um momento, com modo gentil. seus olhos t√£o negros, t√£o belos, t√£o puros, assim √© que s√£o; √†s vezes luzindo, serenos, tranq√ľilos, √†s vezes vulc√£o! √†s vezes, oh! sim, derramam t√£o fraco, t√£o frouxo brilhar, que a mim me parece que o ar lhes falece, e os olhos t√£o meigos, que o pranto humedece me fazem chorar. assim lindo infante, que dorme tranq√ľilo, desperta a chorar; e mudo e sisudo, cismando mil coisas, n√£o pensa ‚ÄĒ a pensar. nas almas t√£o puras da virgem, do infante, √†s vezes do c√©u cai doce harmonia duma harpa celeste, um vago desejo; e a mente se veste de pranto co'um v√©u. quer sejam saudades, quer sejam desejos da p√°tria melhor; eu amo seus olhos que choram em causa um pranto sem dor. eu amo seus olhos t√£o negros, t√£o puros, de vivo fulgor; seus olhos que exprimem t√£o doce harmonia, que falam de amores com tanta poesia, com tanto pudor. seus olhos t√£o negros, t√£o belos, t√£o puros, assim √© que s√£o; eu amo esses olhos que falam de amores com tanta paix√£o.
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Luis Fernando Verissimo Luis Fernando Verissimo é um dos mais respeitados cronistas brasileiros, au...
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Português, 25.05.2020 13:46
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Matem√°tica, 25.05.2020 13:46
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